MATO GROSSO

Justiça condena Cachorrão a 16 anos de prisão por homicídio em Cuiabá

Tribunal do Júri de Cuiabá condena Thiago Felipe Antunes de Amorim, o Cachorrão, a 16 anos de prisão por homicídio cometido em 2013.

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  • O Tribunal do Júri de Cuiabá proferiu, nesta quarta-feira (30), a sentença que condena Thiago Felipe Antunes de Amorim, popularmente conhecido como…
  • O réu foi considerado culpado pelo assassinato de Francisco Pereira Gonçalves, crime ocorrido há mais de uma década na capital mato-grossense.Detalhes do…
  • O crime ocorreu na Rua 05, situada no Bairro Real Parque, em Cuiabá.
Justiça condena Cachorrão a 16 anos de prisão por homicídio em Cuiabá
Reprodução / rdnews.com.br

O Tribunal do Júri de Cuiabá proferiu, nesta quarta-feira (30), a sentença que condena Thiago Felipe Antunes de Amorim, popularmente conhecido como Cachorrão, a 16 anos de reclusão. O réu foi considerado culpado pelo assassinato de Francisco Pereira Gonçalves, crime ocorrido há mais de uma década na capital mato-grossense.

Detalhes do crime e a dinâmica do ataque

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o homicídio foi registrado na madrugada do dia 6 de agosto de 2013, por volta das 00h45. O crime ocorreu na Rua 05, situada no Bairro Real Parque, em Cuiabá. Segundo as investigações, a vítima foi atraída até o local, onde foi surpreendida por um ataque coordenado por Cachorrão e outros comparsas.

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Francisco Pereira Gonçalves foi atingido por múltiplos disparos de arma de fogo. Apesar de ter sido socorrido e encaminhado para atendimento médico, a gravidade dos ferimentos levou a vítima a óbito no dia 18 de setembro de 2013, após semanas de internação.

Decisão do Conselho de Sentença

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Rodrigo Ribeiro Domingues sustentou a tese de autoria do réu, detalhando a participação direta de Cachorrão nos disparos que ceifaram a vida da vítima. O Conselho de Sentença acolheu integralmente os argumentos da acusação, rejeitando qualquer possibilidade de absolvição.

Os jurados reconheceram a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima, um elemento que agravou a dosimetria da pena aplicada. Este dispositivo legal é frequentemente utilizado em casos onde o ataque ocorre de forma repentina ou traiçoeira, impedindo qualquer reação da pessoa alvo da agressão.

Mandado de prisão e ausência do réu

Um ponto de destaque no julgamento foi a ausência de Thiago Felipe Antunes de Amorim na sessão. O réu não compareceu ao Fórum de Cuiabá para acompanhar o veredito. Diante da condenação e da falta de justificativa para a ausência, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira determinou a imediata expedição de um mandado de prisão para que a pena seja cumprida em regime fechado.

O caso reforça o compromisso do sistema judiciário estadual em levar a julgamento crimes antigos que ainda aguardavam uma definição, buscando dar uma resposta às famílias das vítimas. Para mais informações sobre o andamento de processos e outros desdobramentos jurídicos no estado, continue acompanhando o Play Notícias News, seu portal de referência para notícias com credibilidade, profundidade e compromisso com a informação de qualidade.

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