Brasil x Noruega: Milly analisa impacto de Martinelli titular


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Milly também apontou um ponto de atenção do lado norueguês: o corredor direito do adversário. Ela disse que a presença de Ryerson, um lateral mais ofensivo e agressivo, aumenta a preocupação do Brasil naquele setor.

PVC entrou no mesmo tema ao explicar a informação que recebeu de um jornalista norueguês. Ele afirmou que ouviu que Ryerson deve jogar, após ter ficado fora por lesão.

Renan Teixeira avaliou que, com essa configuração, Martinelli pode ser peça importante na recomposição. Ele disse que, na ideia do time sem a bola, o atacante tende a ser o primeiro marcador pelo lado esquerdo.

Sem a bola é um 4-4-2, então é o Martinelli que vai executar aqui daquele lado esquerdo, pra preservar o Vinicius Júnior. Ele que vai ter que marcar, ele que vai ser o primeiro marcador do Ryerson.
Renan Teixeira

Casagrande, por sua vez, reforçou que o peso da escolha depende do roteiro do jogo. Na leitura dele, Martinelli vira diferencial se o Brasil dominar, mas o time pode sentir falta de um meio-campista para resistir se a Noruega crescer.

Se o Brasil se impor e dominar a partida e começar a empurrar a Noruega para trás a presença do Martinelli vai ser imprescindível. Mas se caso for ao contrário vai faltar alguém no meio-campo.
Casagrande





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