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Categoria 3 é o novo patamar do furacão Simon na costa mexicana sob alerta de desastres

Furacão Simon cai para categoria 3 na costa do México. Autoridades mantêm alerta máximo para inundações e deslizamentos de terra na região.

Categoria 3 é o novo patamar do furacão Simon na costa mexicana sob alerta de desastres
Ondas causadas pelo furacão Simon

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Trajetória e impacto do fenômeno no litoral mexicano

O furacão Simon apresentou uma redução em sua intensidade no último domingo (11), sendo reclassificado para a categoria 3 na escala Saffir-Simpson. O sistema meteorológico, que se desloca paralelamente à costa do Pacífico do México, tem provocado ventos severos e chuvas torrenciais, resultando em inundações que atingiram diversas residências na região. Segundo dados do Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos, a tempestade registrava ventos máximos sustentados de 205 km/h por volta das 18h, quando estava situada a cerca de 175 km a oeste-noroeste da cidade portuária de Manzanillo.

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Apesar da perda de força, o monitoramento meteorológico indica que Simon permanece como um sistema de grande perigo. A previsão aponta que o furacão continue a enfraquecer gradualmente enquanto transita próximo à costa centro-oeste mexicana. O deslocamento atual ocorre para noroeste a uma velocidade de 7 km/h, com a expectativa de que o fenômeno se afaste do litoral na segunda-feira (12), antes de realizar uma nova aproximação em direção ao território mexicano na quarta-feira (14).

Riscos de inundações e deslizamentos de terra

A preocupação das autoridades locais concentra-se no alto volume de precipitação acumulada. A estimativa é de que partes dos estados de Colima, Jalisco, Nayarit e Sinaloa recebam entre 50 e 100 mm adicionais de chuva até a quinta-feira (15), com pontos isolados podendo registrar até 200 mm. Em áreas específicas de Michoacán, Colima e Jalisco, o acumulado total pode atingir a marca crítica de 76 centímetros.

Esse cenário eleva drasticamente o risco de inundações repentinas e deslizamentos de terra, especialmente em regiões montanhosas, onde a instabilidade do solo representa uma ameaça direta à vida. Além da chuva, o litoral enfrenta o perigo de ressacas intensas e ondas gigantes, que dificultam as operações de socorro e aumentam a vulnerabilidade das comunidades costeiras.

Medidas de emergência e mobilização governamental

Em resposta à ameaça, o governo mexicano intensificou os protocolos de segurança. Um total de 28 municípios nos estados de Jalisco e Colima foram colocados sob o nível máximo de alerta para ciclones, enquanto outros 93 municípios permanecem sob monitoramento rigoroso da Defesa Civil. A infraestrutura de transporte também foi afetada, com o fechamento temporário do Aeroporto Internacional de Puerto Vallarta como medida preventiva.

A presidente Claudia Sheinbaum reforçou, ainda no domingo, a necessidade de que a população das zonas costeiras permaneça em locais seguros, evitando deslocamentos desnecessários. Atividades não essenciais foram suspensas e abrigos de emergência foram ativados para acolher famílias em áreas de risco. O país ainda se recupera da passagem recente do furacão Polo, que atingiu a península da Baja California como categoria 2, deixando um rastro de destruição com quedas de árvores, postes de energia e ruas alagadas.

O Play Notícias News segue acompanhando o desdobramento deste evento climático e as ações das autoridades mexicanas. Continue conosco para se manter informado sobre as atualizações meteorológicas e os impactos deste furacão na região, com o compromisso de levar até você uma cobertura precisa e aprofundada dos fatos que movimentam o cenário internacional.

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