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Flávio propõe fundo com imóveis da união para abater dívida pública

Senador Flávio Bolsonaro propõe criar fundo com mais de 30 mil imóveis abandonados da união para gerar receitas e abater dívida.

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  • O cenário político nacional ganhou novos contornos econômicos após declarações recentes sobre a gestão do patrimônio público federal.
  • Durante entrevista concedida na noite desta sexta-feira (16), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou uma proposta voltada para…
  • A iniciativa busca transformar ativos estatais desvalorizados em novas alternativas de captação de recursos para o erário, mirando o equilíbrio das contas…
Flávio propõe fundo com imóveis da união para abater dívida pública
Reprodução

O cenário político nacional ganhou novos contornos econômicos após declarações recentes sobre a gestão do patrimônio público federal. Durante entrevista concedida na noite desta sexta-feira (16), o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) apresentou uma proposta voltada para o aproveitamento de bens imobiliários atualmente ociosos sob a tutela do Estado.

A estratégia discutida prevê a criação de um mecanismo financeiro específico para centralizar propriedades federais que se encontram sem uso. A iniciativa busca transformar ativos estatais desvalorizados em novas alternativas de captação de recursos para o erário, mirando o equilíbrio das contas públicas.

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Gestão de ativos imobiliários e novas receitas

Conforme apontado na exposição veiculada pela TV Globo, o país conta atualmente com dezenas de milhares de propriedades que se enquadram nessa categoria de abandono ou subutilização. A proposta consiste em concentrar esse patrimônio em um fundo especializado, viabilizando operações financeiras capazes de gerar liquidez imediata para o governo federal.

A estimativa apresentada baseia-se na reavaliação mercadológica desses bens, cujos registros oficiais costumam estar defasados frente à realidade econômica. Com a estruturação desse fundo e a posterior securitização dos ativos, o projeto projeta a injetados cofres públicos um montante expressivo em novas receitas que atualmente deixam de ser arrecadadas.

Corte de ministérios e combate aos gastos

Além da monetização do patrimônio imobiliário, a discussão abordou a necessidade de enxugar a máquina estatal como parte de uma estratégia fiscal mais ampla. A proposta de reestruturação administrativa inclui a redução drástica no número de pastas ministeriais em eventual gestão futura, visando otimizar a eficiência administrativa do poder executivo.

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