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SOJA fecha em queda na Bolsa de Chicago pressionada pelo avanço da colheita nos EUA

Soja fecha em baixa na Bolsa de Chicago pressionada pelo avanço da colheita nos EUA e pela valorização do dólar, apesar da demanda chinesa.

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  • O mercado internacional de grãos registrou um movimento de retração nesta quarta-feira, com os contratos futuros da soja encerrando o pregão em…
  • O cenário foi marcado por uma disputa entre o otimismo gerado pela demanda chinesa e a pressão exercida pelo ritmo acelerado da…
  • Impacto da colheita e do dólar nas cotações Após um início de sessão que sinalizava otimismo, impulsionado por notícias de compras pela…
SOJA fecha em queda na Bolsa de Chicago pressionada pelo avanço da colheita nos EUA
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O mercado internacional de grãos registrou um movimento de retração nesta quarta-feira, com os contratos futuros da soja encerrando o pregão em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O cenário foi marcado por uma disputa entre o otimismo gerado pela demanda chinesa e a pressão exercida pelo ritmo acelerado da colheita nos Estados Unidos, somada à valorização do dólar, que encarece o produto norte-americano no mercado global.

Impacto da colheita e do dólar nas cotações

Após um início de sessão que sinalizava otimismo, impulsionado por notícias de compras pela China, o mercado reverteu a tendência. O avanço da colheita nos Estados Unidos, que atingiu 46% da área cultivada até o dia 11 de outubro, trouxe um peso maior sobre os preços. Embora o índice ainda esteja ligeiramente abaixo da média histórica de 50% para o período, o progresso semanal — que saltou de 25% para 46% — reforçou a oferta disponível no curto prazo.

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Além disso, o fortalecimento da moeda americana desempenhou um papel crucial. Com o dólar mais firme, a soja dos Estados Unidos perde competitividade frente a outros exportadores, o que desencadeou um movimento de venda por parte dos investidores. Esse ajuste técnico nas bolsas internacionais reflete a sensibilidade do setor agrícola a variáveis macroeconômicas que transcendem a oferta e a demanda física imediata.

A dinâmica da demanda chinesa

Apesar da queda nas cotações, o mercado segue atento ao comportamento da China, o maior importador mundial da oleaginosa. Dados recentes indicam que compradores estatais chineses adquiriram entre 8 e 10 cargas de soja dos Estados Unidos, marcando uma retomada das negociações após a cúpula entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping. Essas operações, reportadas por fontes comerciais à Agência Reuters, sinalizam um possível alívio nas tensões comerciais.

Os exportadores privados confirmaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 470.000 toneladas de soja para a temporada 2026/27. Esse volume é visto como um termômetro importante, especialmente após um período de retração nas importações chinesas, que caíram 7,7% em setembro em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 11,88 milhões de toneladas.

Desempenho dos contratos e subprodutos

Ao final do pregão, os contratos com entrega em novembro registraram baixa de 6,50 centavos de dólar, fechando a US$ 12,77 1/4 por bushel. A posição para janeiro seguiu a mesma tendência, com retração de 8,00 centavos, cotada a US$ 12,92 por bushel. O mercado de subprodutos apresentou resultados mistos: enquanto o farelo de soja sustentou uma leve alta de 0,35%, o óleo de soja sofreu uma queda mais acentuada de 1,41%.

O monitoramento das lavouras pelo USDA indica que 57% das plantações permanecem em condições boas ou excelentes, mantendo a estabilidade da safra norte-americana. O Play Notícias News continua acompanhando de perto os desdobramentos do mercado global de commodities, trazendo análises fundamentadas e informações essenciais para quem precisa entender os movimentos que impactam o agronegócio e a economia nacional. Continue conosco para se manter bem informado sobre os fatos que movem o setor.

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