Não só Haaland: conexões da Noruega que o Brasil não conseguiu parar
A dupla também ocupou os dois primeiros lugares entre os alvos de passes do time: 110 para Berge e 98 para Odegaard.
Outro dado que aponta a permissividade do meio-campo e da falta de marcação alta do Brasil: o zagueiro Marquinhos foi quem mais recuperou posse de bola no time brasileiro — dez vezes. Ou seja, o Brasil só tomava uma atitude mais drástica quando a bola chegava mais perto da última linha defensiva.
Para se ter uma ideia da diferença de comportamento, Casemiro foi quem mais recuperou posse de bola no jogo contra o Japão, com sete retomadas, segundo a Fifa.
O Brasil não se complicou só com o jogo no meio-campo. No segundo tempo, com mudanças de Ancelotti e substituições dos pontas noruegueses, o jogo passou a chegar mais frequentemente para as laterais do Brasil.
Mesmo entrando no intervalo, Schjelderup foi o jogador que mais tentou cruzamentos na Noruega. Foram três tentativas. Numa delas, achou a cabeça de Haaland, e a Noruega fez 1 a 0.
O centroavante, inclusive, foi o jogador da Noruega que menos deu passes no jogo — desconsiderando o zagueiro Ostigad, que entrou no fim e não tocou na bola.
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