“Não há mais o que dizer”: motor do meio-campo, Bellingham impõe sua autoridade


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Durante anos, a relação da ⁠Inglaterra com a Copa ​do Mundo se baseou em controlar a ansiedade, mas Bellingham — mesmo com apenas 23 anos — ⁠permanece imperturbável diante da pressão, para ele, apenas mais um adversário ​para agarrar pelo pescoço.

A pressão é um privilégio no Santiago Bernabéu, onde Bellingham foi forjado pelo Real Madrid como um meio-campista completo, mas no calor sufocante do Estádio de Miami, sua energia infinita foi contagiante ‌enquanto a Inglaterra se recuperava de um gol de ‌desvantagem para avançar.

“ENCONTRAMOS ​UMA MANEIRA”

“Quando as coisas não estavam dando certo, encontramos uma maneira de vencer o jogo mais uma vez. Seja nos 90 (minutos), seja nos 120, vamos dar tudo de nós”, disse Bellingham. “Vocês viram isso ali: quem estava pronto para entrar, entrou e arrebentou. ‌Estou muito orgulhoso desta equipe mais uma vez e de estar na semifinal da Copa do Mundo.”

A partida parecia destinada a se tornar um confronto frenético quando o norueguês Andreas Schjelderup marcou no primeiro tempo com um chute que apenas ele pode confirmar se foi mesmo um chute ou um cruzamento.

A Inglaterra havia sido ineficaz no primeiro tempo, com o capitão Harry Kane efetivamente neutralizado e sem receber passes.





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