França bate Paraguai que, eliminado, se vê livre da bola, que rejeita


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Numa breve comparação com Cabo Verde, diante da Argentina a equipe do menor país da Copa teve 36%. Com 55% no primeiro tempo da prorrogação!

Há uma diferença entre não fazer questão da posse, ter isso como estratégia, e rejeitá-la peremptoriamente.

Quando o tempo regulamentar se esgotou, o conjunto sul-americano somava menos de 150 passes em 90 minutos de peleja. Os europeus tinham quase 550.

A França jogou menos do que pode e se esperava. Só de pênalti abriu o placar, mas faz bem ao futebol a sequência dos atuais vice-campeões na Copa do Mundo.

Quanto ao Paraguai e sua aversão à bola, a boa notícia para o time de Gustavo Alfaro é que, eliminados, não mais serão forçado a tão indesejável convivência com ela.





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