Suspeito de matar jovem na frente do filho é encontrado amarrado com sete tiros em MT
JBNews
Por Emerson Teixeira
Fabiano Oliveira estava desaparecido desde o feminicídio de Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, ocorrido dentro de uma quitinete em Cuiabá
Fabiano Oliveira, de 35 anos, apontado como autor do feminicídio de Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, foi encontrado morto em um rio de Mato Grosso. O corpo estava com as mãos amarradas, apresentava sete marcas de tiros e teria sido jogado de uma ponte após a execução.
O cadáver foi localizado na terça-feira (18), boiando e já em estado de decomposição. Até o momento, não houve confirmação oficial sobre o rio nem sobre o município onde ocorreu a localização.
Fabiano estava desaparecido desde sábado (15), quando Ana Cristina foi assassinada dentro da quitinete onde morava, no bairro Alvorada, em Cuiabá. A jovem foi atingida por um tiro na nuca, supostamente na presença do filho, de apenas 3 anos.
Após o crime, o suspeito fugiu do local e passou a ser procurado pelas forças de segurança. As informações iniciais apontavam que ele teria deixado a região conduzindo uma motocicleta Honda Titan preta.
Três dias depois do feminicídio, o corpo de Fabiano foi encontrado na água. As condições em que o cadáver foi localizado levantam a suspeita de que ele tenha sido capturado, amarrado e executado antes de ser lançado da ponte.
A Polícia Civil deverá investigar quem participou da morte de Fabiano, a motivação do crime e se a execução possui alguma relação direta com o assassinato de Ana Cristina. Também será apurado onde ele permaneceu após fugir da quitinete e como acabou nas mãos dos responsáveis por sua morte.
Os dois casos passam agora a integrar uma investigação marcada por extrema violência. De um lado, uma jovem de 20 anos assassinada dentro da própria residência; do outro, o principal suspeito do feminicídio encontrado amarrado, baleado e abandonado em um rio.
A identificação oficial e as causas da morte deverão ser confirmadas por exames da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Até a conclusão das investigações, as circunstâncias da execução e a autoria do segundo crime permanecem desconhecidas.
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