Defesa de Bolsonaro pede manter prisão domiciliar


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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que ele não quer mais a arma apreendida em Brasília, durante uma blitz e pediu a manutenção da prisão domiciliar. A manifestação foi apresentada, nesta quinta-feira, ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

No dia 15 de junho, uma pistola Glock 9 mm  no nome do ex-presidente foi apreendida com um servidor do Gabinete de Segurança Institucional. O caso ocorreu às vésperas de o ministro decidir se mantém ou não a prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro, que já teve o prazo de 90 dias encerrado.

De acordo com os advogados, o ex-presidente não cometeu “falta grave”; tinha registro válido e não havia medidas que o impedissem de ter a arma em casa . Argumentaram que a retirada do armamento foi de iniciativa exclusiva do servidor do GSI, com a intenção de levá-la para conserto. 

A defesa ressaltou que a conclusão da Polícia Civil do Distrito Federal foi de que o Bolsonaro não cometeu crime de posse ilegal de arma de fogo.

A Procuradoria-Geral da República afirmou que a posição da Polícia Civil tem “bom suporte” e defendeu a manutenção da prisão em regime domiciliar, mas com a pistola permanecendo apreendida.




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