Em Buenos Aires, argentinos defendem jogadores em relação à faixa sobre as Malvinas
Fotos posteriores o mostram segurando a faixa junto com o zagueiro Lisandro Martínez, enquanto os jogadores cantavam e comemoravam, de frente para a torcida. Mais tarde, a faixa pode ser vista caída na grama.
O Código de Conduta nos Estádios da Fifa proíbe “bandeiras, faixas, panfletos, roupas e outros acessórios de natureza política, ofensiva e/ou discriminatória” dentro dos estádios.
Até esta quinta-feira, a entidade não havia aplicado nenhuma sanção divulgada ao público e se recusou a comentar quando contatada pela Reuters. Ações semelhantes realizadas por jogadores no passado resultaram em multas ou suspensões de partidas.
O ministro de Negócios do Reino Unido, Peter Kyle, afirmou à rádio BBC nesta quinta-feira que o incidente tem que ser formalmente investigado, enfatizando que a política precisa ser mantida separada da Copa do Mundo.
O líder do Partido Liberal Democrata, Ed Davey, em uma carta aberta ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o ato “insultou diretamente o povo das ilhas” e pediu que os jogadores fossem suspensos da final de domingo.
A questão da soberania sobre o território ultramarino britânico no Atlântico Sul, conhecido pelos britânicos como Falklands e pelos argentinos como Malvinas, tem sido um ponto delicado de longa data nas relações entre os dois países.
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