Espanha x França: Casagrande explica controle e quarteto travado


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Na leitura do comentarista, o problema não foi “jogar com quatro” por si só, mas a incapacidade de transformar qualidade em agressividade no momento em que o plano pedia uma ação decisiva. “Eles precisam matar o jogo. Eles precisam ser agressivos e matar o jogo”, disse, ao lembrar que a estratégia francesa passava por liberar os atacantes de tarefas defensivas.

Casagrande também discordou da ideia de “apagar” o potencial do ataque francês por causa da derrota. Para ele, qualquer treinador colocaria jogadores desse nível em campo, mas a Espanha encaixou o estilo que mais incomoda: posse, paciência e domínio territorial, empurrando a França para um jogo desconfortável.

O debate no programa seguiu pela mesma linha. Juca Kfouri avaliou que a França “foi muito mal” porque a Espanha fez o rival jogar mal, e destacou que o time espanhol “ganha certo”, o que, na visão dele, torna a seleção “chata para os adversários”.

PVC reforçou a impressão de superioridade pelo nível de treino e coordenação coletiva. “É tão ensaiado que parece um videogame”, afirmou, ao citar dobras de marcação e a circulação de bola que levou à construção do segundo gol.

Já Arnaldo Ribeiro sustentou que a Espanha “joga de acordo com o seu adversário” e cresce quando enfrenta seleções com mais armas ofensivas, como aconteceu contra Portugal e França. Na visão dele, o time “prima pelo coletivo” e se credencia como favorito ao título.





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