EUA e Brasil: Charleaux vê gradação de interferência até outubro
Josias de Souza disse que, apesar de não descartar “coisa nenhuma” em relação a Donald Trump, considera improvável uma intervenção militar por falta de nexo para os interesses americanos. Para ele, a negociação seria mais conveniente do que o confronto.
Não me parece algo sensato, embora a sensatez não orne com o Trump. Do ponto de vista dos Estados Unidos, se formos analisar, não faz o menor nexo. Se reeleito, será muito mais conveniente para o Trump negociar com o Lula, que já se mostrou muito aberto à negociação, do que sequestrá-lo.
Josias de Souza
Já Leonardo Sakamoto avaliou que o governo brasileiro deve manter a negociação e, ao mesmo tempo, não “baixar a cabeça” no discurso político. Ele também disse estar atento ao papel das big techs na manipulação do debate público durante a campanha.
O governo brasileiro segue negociando, tenta conversar com empresários e com o congresso norte-americano. Do outro lado, do ponto de vista político, o governo não pode baixar a cabeça. O próprio presidente norte-americano já demonstrou que respeita zero quem baixa a cabeça.
Leonardo Sakamoto
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