Jovem rica foi enterrada como vampira com foice no pescoço há 400 anos
Objetos indicam origem rica. Pequenos fios metálicos encontrados perto do crânio faziam parte de um adorno de cabeça produzido com seda fina. Os testes mostraram que os fios eram de prata pura e revestidos de ouro. Como esses materiais eram caros no século 17, os pesquisadores acreditam que a jovem pertencia a uma família de posição social elevada. A descoberta contrasta com outros sinais encontrados no corpo, principalmente aqueles relacionados à alimentação.
Análises químicas feitas nos restos mortais mostraram que ela consumia pouca proteína de origem animal em comparação com vários adultos enterrados no mesmo cemitério. Isso sugere que a jovem pode ter enfrentado períodos de alimentação insuficiente, apesar de sua aparente condição social privilegiada.

DNA aponta ascendência rara
O estudo do DNA identificou a linhagem materna J1c2c1. Em termos simples, trata-se de uma variação genética transmitida pela mãe e usada pelos cientistas para investigar a origem dos antepassados de uma pessoa.
Essa linhagem é rara e possui raízes associadas à Escandinávia. Atualmente, ela quase não aparece entre populações eslavas. No entanto, a análise dos dentes mostrou que a jovem provavelmente passou a infância na própria região de Pien.
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