Os contratos de minidólar (WDOX26), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (16/10) em baixa de 0,70%, cotados a 5.080,5 pontos. O movimento recente reflete uma dinâmica complexa que une o enfraquecimento da moeda norte-americana no cenário internacional e o ambiente de incerteza política no Brasil.
No mercado à vista, o dólar recuou 0,30%, fechando a R$ 5,0730, mas acumulou alta semanal de 1,75%. Pesquisas de intenção de voto apontam cenário de empate técnico, enquanto indicadores econômicos internos, como o avanço de 0,30% do IBC-Br em agosto, mantêm o mercado atento aos próximos passos da política monetária e fiscal.
Cenario tecnico nos graficos de curto prazo
No gráfico de 15 minutos, o minidólar retomou a pressão vendedora e fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração intradiária sinaliza fragilidade e aumenta o risco de novas correções caso o volume vendedor ganhe tração nas próximas operações.
Para a continuidade do movimento de baixa, o mercado monitora o rompimento do suporte localizado em 5.073/5.057,5 pontos. Abaixo dessa faixa, os contratos podem buscar patamares mais restritos, enquanto os compradores precisam superar resistências imediatas para retomar o controle da tendência.
Perspectivas e suportes no grafico diario
Pela leitura do gráfico diário, o ativo iniciou um processo corretivo após sequências de alta, negociando abaixo de suas principais referências de médias móveis. O Índice de Força Relativa (IFR) de 14 períodos posicionado em 43,77 pontos confirma a perda de ímpeto comprador, mantendo-se na zona neutra sem apontar sobrecompra ou sobrevenda.
Analistas destacam que os operadores devem acompanhar de perto a reação do preço diante de patamares cruciais de suporte e resistência. A definição de novas tendências dependerá fortemente da entrada de volume financeiro consistente e do comportamento dos investidores institucionais frente ao cenário macroeconômico.
Analise do dolar futuro em 60 minutos
No horizonte de 60 minutos, a predominância vendedora se mantém evidente com o ativo operando abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Esse alinhamento técnico impõe barreiras expressivas para qualquer tentativa de recuperação por parte dos compradores.
Para buscar uma reversão desse quadro, o dólar futuro precisará transpor resistências relevantes com suporte de volume. Do contrário, a perda sucessiva de patamares inferiores poderá intensificar o fluxo de venda ao longo das negociações da semana.
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