MATO GROSSO

Vereador de cuiabá nega acordo político e diz que foi a almoço investigado pelo gaeco

Vereador Ilde Taques nega negociação política e diz que esteve em almoço investigado pelo Gaeco em Mato Grosso.

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  • O vereador por Cuiabá, Ilde Taques, confirmou publicamente que esteve presente em uma confraternização organizada em maio deste ano pelo vereador Wanderley…
  • Contudo, o parlamentar rechaçou com veemência qualquer envolvimento em negociações políticas para a eleição da Mesa Diretora da segunda maior cidade de…
  • A declaração ocorre após o parlamentar figurar entre os alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos durante a Operação Cathedra Venalis.
Vereador de cuiabá nega acordo político e diz que foi a almoço investigado pelo gaeco
Reprodução / rdnews.com.br

O vereador por Cuiabá, Ilde Taques, confirmou publicamente que esteve presente em uma confraternização organizada em maio deste ano pelo vereador Wanderley Cerqueira, presidente da Mesa Diretora de Várzea Grande. Contudo, o parlamentar rechaçou com veemência qualquer envolvimento em negociações políticas para a eleição da Mesa Diretora da segunda maior cidade de Mato Grosso, classificando sua passagem pelo local apenas como uma refeição entre conhecidos.

A declaração ocorre após o parlamentar figurar entre os alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos durante a Operação Cathedra Venalis. A ofensiva policial, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), investiga supostas irregularidades e a compra de apoio político na disputa interna do Legislativo varzea-grandense.

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Confraternização sob escrutínio do ministério público

O centro das apurações do Gaeco recai sobre um churrasco realizado no mês de maio, que precedeu a eleição na qual Wanderley Cerqueira chegou a ser reeleito para o comando da Câmara Municipal. A sessão em questão acabou posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal devido ao descumprimento do marco temporal exigido para esse tipo de pleito institucional.

Investigações preliminares conduzidas a partir de denúncias anônimas apontam que diversos parlamentares teriam sido mantidos reunidos em uma chácara antes da votação. No entanto, a defesa e os citados buscam distanciar suas imagens de qualquer ato de coerção ou conchavo ilícito que vise o constrangimento ou a compra de votos na esfera legislativa regional.

A versão oficial da defesa e o avanço das diligências

Segundo a defesa técnica do vereador, representada pelo advogado Eduardo Mahon, os investigados ainda não tiveram acesso completo aos autos que embasam as medidas cautelares. Mesmo assim, os representantes legais enfatizam que a atuação do parlamentar durante o cumprimento das ordens judiciais foi de total colaboração com as autoridades policiais.

Equipes do Gaeco cumpriram dezenas de mandados de busca e apreensão em municípios como Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarãess. O escopo da investigação envolve apurar a suposta atuação de um grupo estruturado para a obtenção de vantagens indevidas, corrupção ativa e passiva, e outras condutas lesivas à administração pública municipal.

Desdobramentos na política mato-grossense

O impacto político da operação atinge diretamente a dinâmica institucional de Várzea Grande e Cuiabá, respingando em mandatos de vereadores e servidores com atuação direta nos bastidores do Poder Legislativo. Com a anulação da eleição anterior, uma nova data ainda precisa ser formalizada para a escolha definitiva da nova Mesa Diretora que comandará os trabalhos parlamentares.

Enquanto os órgãos de controle aprofundam a coleta de provas e novos depoimentos, a sociedade civil e os atores políticos locais acompanham os desdobramentos judiciais. Para se manter sempre bem informado sobre os principais desdobramentos da política regional e os fatos que movimentam Mato Grosso, continue acompanhando as atualizações diárias aqui no Play Notícias News.

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