SP: PM réu por morte de estudante é preso após esposa acusá-lo de agressão
A reportagem tenta contato com a defesa de Bruno. O texto será atualizado tão logo haja manifestação. Na sexta-feira (21), o advogado João Carlos Campanini, um dos defensores de Bruno, afirmou que o pedido de prisão feito pela assistência de acusação “não representa justiça, apenas uma tentativa de vingança, eis que a vida pessoal do acusado não se confunde com a ocorrência, que foi em serviço policial militar”. “Ainda precisamos apurar como tais advogados tiveram acesso ao processo sobre violência doméstica em que ele está envolvido, uma vez que esses processos seguem em segredo de justiça. A defesa irá impetrar habeas corpus para restabelecer a liberdade”, concluiu na sexta.
Além de Bruno, o PM Guilherme Augusto Macedo também é réu pelo homicídio de Marco Aurélio. Na decisão de sexta, obtida pelo UOL, a juíza Luiza Torggler Silva, da 4ª Vara do Júri, apontou que Bruno prestou auxílio moral e material a Guilherme, já que se aproximou do estudante de medicina, o agrediu com um “violento chute” e, na sequência, a vítima foi atingida no abdômen pelo disparo efetuado por seu colega de farda. Ambos serão levados a júri popular, ainda sem data para ocorrer. Com a prisão de Bruno, apenas Guilherme responde em liberdade por homicídio qualificado.
Texto em atualização
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